3 benefícios de se investir em segurança do trabalho

segurança do trabalho

Os funcionários são um dos bens mais valiosos de uma empresa, sem eles, muitas coisas não vão para frente, certo? Diante disso, os empregadores estão cada vez mais focados em investir em segurança do trabalho e saúde ocupacional para seus colaboradores.

No post de hoje, vamos trazer três vantagens que sua empresa tem em investir na segurança e saúde no trabalho.

Segurança do trabalho proporciona redução de acidentes

É clichê citar o principal objetivo de se investir em segurança do trabalho, mas, ao colocá-lo em prática, os resultados são imediatos. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o Brasil é o quarto país com mais acidentes de trabalho, ficando atrás apenas de China, Índia e Indonésia, foram registrados mais de 450 mil acidentes de trabalho em 2020, desses 1800 foram fatais.

As empresas que investem em segurança no trabalho previnem situações que podem pôr em risco a integridade física e emocional de seu colaborador. A partir destas ações de prevenção de riscos, o perigo de acidentes é reduzido.

Redução de custos na empresa

Inicialmente o investimento em segurança do trabalho tende a ser mais elevado, principalmente por conta de gastos com novos equipamentos, mas, a médio e longo prazo estas práticas colaboram na redução de custos para a empresa.

Com um serviço de segurança bem feito e planejado o custo de indenizações por acidentes de trabalho reduz consideravelmente. Isso porque quando uma fatalidade tende a acontecer, se comprovado que a empresa cumpriu com as suas obrigações, ela pode ser isenta de determinados processos trabalhistas, além do fato de haver menos interrupções e tempos de parada que são prejudiciais para a empresa. 

Aumento de produtividade

Se engana quem pensa que o fator motivacional do funcionário está apenas limitado à remuneração. Um colaborador quando se sente em um ambiente confiável, acolhedor e seguro reforça o seu vínculo de pertencimento e orgulho de fazer parte daquela empresa que se preocupa com o seu bem-estar.

Oferecer condições ideais para profissionais desempenharem suas atividades aumenta a produtividade do negócio como um todo.

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Sedentarismo: dicas simples para mudar seus hábitos e viver melhor

Sedentarismo

O sedentarismo tem se tornado um dos maiores problemas de saúde pública no Brasil e no mundo, especialmente devido ao avanço da tecnologia e às mudanças no estilo de vida das pessoas. De acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2015, apenas 37,9% dos brasileiros praticam atividades físicas regularmente.

Esse cenário tem levado a um aumento das doenças relacionadas à inatividade física, resultando em cerca de 300 mil mortes anuais no país. O sedentarismo é, portanto, um fator de risco significativo. Sendo assim, o principal desafio moderno é a procura de como combater essa condição em um mundo onde o ritmo acelerado.

Neste artigo, vamos explorar maneiras de vencer o sedentarismo. Além disso, iremos apresentar dicas práticas e incentivos que podem ser adotados, desde o ambiente de trabalho até mudanças simples no estilo de vida

O que é sedentarismo

O sedentarismo pode ser definido como a falta, ausência ou diminuição de atividades físicas. Hoje, muitos especialistas consideram o sedentarismo como a doença do século XXI, em razão dos confortos que os avanços tecnológicos nos proporcionaram, radicalizando nossos modos de vida. 

Dessa forma, a tendência é a de que, desde o impacto da pandemia em 2020, juntamente com as novas dinâmicas de vida iniciadas em razão do isolamento social, o número de sedentários tenha aumentado. Portanto, se faz necessário o questionamento: de que maneira é possível conciliar a rotina agitada do dia-a-dia com a necessidade da prática de atividades físicas?

Incentivos contra o sedentarismo no ambiente de trabalho

O incentivo à prevenção do sedentarismo deve começar dentro do próprio ambiente de trabalho, sendo parte das boas práticas para a manutenção da saúde ocupacional. O desconforto físico provocado pelas horas exaustivas em que os trabalhadores devem passar sentados pode estar diretamente associado ao nível irregular de glicose no sangue (promovendo o desenvolvimento de diabetes), ao aumento de peso e à sensação de estresse.

Dessa forma, dentro do ambiente de trabalho, o papel de incentivar a prática da atividade  física é uma conduta de extrema importância, que deve ser adotada pelas lideranças e repassada aos colaboradores.

Combatendo o sedentarismo com novos hábitos

Se engana quem pensa que para combater o sedentarismo é necessário abrir mão de uma grande parte do seu tempo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) adotou diretrizes para que ações governamentais ajudem a combater o sedentarismo, realizando um trabalho de base. Essas diretrizes são: criação de sociedades ativas; promoção do conhecimento sobre os benefícios da prática de atividade física; proliferação de pessoas ativas, com incentivo a programas criados por grupos ou por indivíduos e criação de sistemas ativos, com a adoção de políticas públicas e capacitação de profissionais para atuar em conjunto.

Para que você inicie uma jornada rumo à quebra do sedentarismo, procure adotar novos hábitos:

  • escolha sua atividade física preferida para se dedicar à prática;
  • não tenha pressa para colher resultados;
  • procure um ambiente próximo ao seu local de trabalho ou à sua casa:
  • tenha um parceiro de atividades;
  • busque acompanhamento médico para conhecer as necessidades e limitações do seu corpo;
  • compartilhe seus novos hábitos com familiares, parentes e amigos.

Saiba o que é a Síndrome de Burnout

Síndrome de Burnout

A síndrome de burnout (ou síndrome do esgotamento profissional, como também é conhecida) passou a ser classificada como doença ocupacional em 1º de janeiro de 2022. Sua inclusão na Classificação Internacional de Doenças (CID) traz à tona a seriedade desse quadro psicológico, associado às atividades do trabalho. Mas afinal, o que é a síndrome de burnout e quais os sintomas?

 

A síndrome de esgotamento profissional é um quadro psicológico de exaustão, que (ao contrário de uma sensação de fadiga) ocorre de forma prolongada. As características mais comuns da síndrome são:

 

  • sentimento de exaustão ou falta de energia
  • redução ou perda completa da eficiência no trabalho
  • aumento do distanciamento mental do trabalho e aumento de sentimentos negativos relacionados à atividade profissional

 

 

SINTOMAS

 

Os sintomas mais comuns estão associados ao comprometimento da saúde mental do trabalhador; sensação de esgotamento físico e mental, perda de interesse nas atividades do trabalho, aumento de sentimentos negativos associados ao ambiente de trabalho, depressão, falta de motivação para trabalhar, ansiedade e pessimismo de maneira geral.

 

Além disso, alguns sintomas também podem se manifestar fisicamente, como dores de cabeça, enxaquecas constantes, sensação de fadiga, pressão alta, tensão muscular, dificuldade para dormir/insônia, redução de imunidade, palpitações e problemas gastrointestinais. 

 

CAUSAS

 

Entre as condições que favorecem o início da síndrome de burnout, se destacam o acúmulo de tarefas e o excesso de responsabilidade e pressão vinculado às demandas de trabalho. A sensação de esgotamento e impotência, combinada com o acúmulo excessivo de demandas, podem permitir a manifestação do quadro.

 

 

COMO PREVENIR

 

As boas práticas de saúde ocupacional podem controlar o estresse através de uma conscientização sobretudo dos gestores em relação aos colaboradores. A comunicação entre lideranças e funcionários deve ser um canal aberto para o exercício da empatia e da escuta atenta, tornando possível identificar quando algum colaborador está inserido em contexto de sobrecarga psicológica e evitar que o quadro evolua para a condição da síndrome de burnout.

 

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Fisioterapia do Trabalho: Qual sua importância?

FISIOTERAPIA DO TRABALHO

Dentro e fora dos escritórios, muitos trabalhadores experimentam desgastes emocionais e físicos em decorrência do exercício de sua profissão. Dores, incômodos físicos e mal-estar corporal podem estar entre os principais fatores associados ao baixo rendimento no trabalho, mas o que fazer para solucionar esse problema?

 

SURGIMENTO DA FISIOTERAPIA DO TRABALHO

 

Durante o século XIX, no início do processo de industrialização do Brasil, surge o profissional especializado em fisioterapia, encarregado de assistir na recuperação de trabalhadores vítimas de acidentes de trabalho.

 

Mais tarde, em 1998, a ANAFIT – Associação Brasileira de Fisioterapia do Trabalho, é criada para normatizar a atuação desse profissional no mercado. Posteriormente, em 2002, é criada a SOBRAFIT – Sociedade Brasileira de Fisioterapia do Trabalho, com o propósito de promover a pesquisa científica na área, estreitando relações com profissionais de todo o país.

 

No entanto, a especialização em Fisioterapia do Trabalho foi efetivamente regulamentada apenas em 2003, através da resolução COFFITO 259, de 18 de dezembro desse mesmo ano. Em 2007, foi desenvolvido um projeto de lei para a inclusão do fisioterapeuta do trabalho na NR4, tornando obrigatório a presença desse profissional em todas as empresas.

 

O QUE É A FISIOTERAPIA DO TRABALHO?

 

A Fisioterapia do Trabalho, através do profissional fisioterapeuta, atua dentro de empresas e organizações com o objetivo de promover uma maior qualidade de vida para os funcionários dentro do ambiente de trabalho. Entre suas principais funções estão:

 

  • trabalhar questões de ergonomia, em colaboração com as equipes de saúde e segurança do trabalho;
  • realizar acompanhamento profissional para monitorar LER/DORT;
  • prevenir desconfortos musculares e esqueléticos relacionados à atividade laboral;
  • promover palestras e demais atividades relacionadas à conscientização de doenças ocupacionais de trabalho;
  • realizar o tratamento das patologias musculoesqueléticas dos trabalhadores;

 

COMO IMPLEMENTAR?

 

Hoje, grande parte das empresas no Brasil procuram por um profissional da fisioterapia do trabalho que seja terceirizado. As dinâmicas de atuação podem variar de empresa para empresa; alguns fisioterapeutas acompanham o paciente em local de trabalho algumas vezes por semana, outros reduzem essa frequência. 

 

Entre as técnicas mais comuns implementadas por fisioterapeutas do trabalho estão:

 

  • ergonomia;
  • ginástica laboral;
  • prevenção e tratamento de lesões ocupacionais;
  • exames médicos periódicos;
  • exames admissionais e demissionais.

 

BENEFÍCIOS

 

A implementação da Fisioterapia do Trabalho dentro do dia-a-dia da empresa gera inúmeros benefícios. Os avanços são percebidos desde os trabalhadores que realizam atividades manuais/braçais repetitivas até aqueles que passam a maior parte do tempo sentados, sem praticar muito esforço físico.

 

As técnicas utilizadas pela Fisioterapia do Trabalho acabam reduzindo questões relacionadas:

 

  • à baixa produtividade do funcionário;
  • ao número de faltas por necessidade de recuperação da saúde física;
  • à incidência de acidentes no ambiente de trabalho;
  • ao número de diagnósticos de LER/DORT e despesas médicas associadas;
  • ao descontentamento do funcionário com o exercício da profissão.

 

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Entenda um pouco sobre Higiene Ocupacional

higiene ocupacional

Quando o assunto é segurança e ambiente de trabalho, o primeiro passo é sempre identificar os possíveis riscos aos quais os trabalhadores se encontram expostos. 

 

A Higiene Ocupacional tem como foco a identificação desses riscos e o estudo das melhores maneiras de como reduzi-los e controlá-los.

 

O QUE É HIGIENE OCUPACIONAL

 

A Higiene Ocupacional (ou Higiene Laboral, como também é conhecida) é uma ciência cujo objetivo é reconhecer os agentes que oferecem riscos àqueles que desempenham suas funções em determinado ambiente de trabalho.

 

Uma vez realizada a identificação desses agentes, é também esse o estudo que poderá promover a avaliação do nível dos riscos, criando medidas que devem ser adotadas para controlar, amenizar ou eliminar de maneira integral o risco oferecido.

 

AGENTES DE RISCO

 

Em geral, esses riscos decorrem de agentes ambientais que podem causar doenças ou danos à saúde e integridade física dos colaboradores.

 

  • riscos físicos (quedas, lesões corporais, choques, queimaduras, entre outros);
  • riscos químicos (agentes e substâncias nocivas ou perigosas);
  • riscos ergonômicos (patologias ou perturbações físicas/psicológicas);
  • riscos biológicos (vírus, bactérias, entre outros);
  • riscos mecânicos (equipamentos ou máquinas que coloquem em risco a saúde do trabalhador).

 

ETAPAS PARA IMPLEMENTAÇÃO

 

A fim de implementar o estudo da Higiene Ocupacional, é necessário que sejam respeitadas certas etapas para que as medidas adotadas sejam eficientes e seguras. Dentre os principais procedimentos relacionados à Higiene Ocupacional estão:

 

  1. antecipação aos riscos: estabelecer quais os riscos de cada área de atuação, equipamento, processo, etc;
  2. reconhecimento dos riscos: identificação de todos os riscos já existentes dentro do ambiente de trabalho;
  3. avaliação dos riscos: entender e classificar os riscos dentro de determinada escala (são utilizados os parâmetros da NR 15);
  4. controle de riscos: etapa em que se realiza o controle, a minimização ou eliminação dos riscos avaliados.

 

Implementar a Higiene Ocupacional é fundamental para garantir um ambiente de trabalho seguro para os colaboradores, garantindo uma maior produtividade e disposição para a execução de suas atividades. 

 

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Como cuidar da saúde emocional?

cuidar da saúde emocional

Cada vez mais, cuidar da saúde emocional é prioridade na vida dos trabalhadores de qualquer setor econômico. A vida corrida, associada às obrigações pessoais e ao contexto social em que as pessoas vivem, interfere diretamente na saúde emocional. E se ela é negligenciada, uma série de transtornos mentais podem ser desencadeados e refletir, negativamente, em todas as áreas da vida do ser humano. 

Cuidar da saúde emocional virou questão humanitária, principalmente, durante a pandemia que mexeu com a rotina de pessoas de todo o mundo e teve muitos impactos sociais e econômicos que fizeram muita gente adoecer mentalmente, tornando alguns, incapazes de exercerem suas funções profissionais. 

Saiba como cuidar da saúde emocional

Quando falamos em saúde mental, estamos falando em manter um nível de consciência e saúde que não vai afetar negativamente o nosso organismo, estresse, ansiedade, depressão, síndrome do pânico e burnout são transtornos psicológicos que têm afastado milhares de trabalhadores de forma temporária ou definitiva do trabalho. 

Pessoas que adoeceram devido ao alto nível de exigência nas empresas, excesso de competitividade, autocrítica que leva a cobranças exageradas, não produzem bons resultados. 

O número de afastamento de trabalhadores devido ao adoecimento mental chegou ao assustador índice de 576, 6 mil só em 2020. Pessoas que não souberam administrar as emoções de uma pandemia com as cobranças profissionais. 

E como cuidar da saúde emocional? É um consenso que manter uma rotina de boas noites de sono, alimentação adequada e prática regular de exercícios físicos é o caminho para manter a saúde mental em dia. 

Não é um único fator que vai ser o responsável por resolver um problema que é sistémico. Então, se você não reorganizou sua rotina de vida e de trabalho para encaixar esses três itens importantes, é o momento de você realizar uma mudança para cuidar da saúde emocional para manter sua integridade mental e física, seja no ambiente de trabalho ou com a família. 

 

E não se esqueça, ao menor sinal de ansiedade, depressão ou estresse exagerado, procure auxílio de um médico. 

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O que são medições ambientais?

medições ambientais

Trabalhadores de diversos setores estão sujeitos a riscos ambientais que precisam ser monitorados para evitar o adoecimento ou agravamento da saúde devido ao ambiente ocupacional. Para isso, as medições ambientais são indispensáveis. 

E quando pensamos em saúde ocupacional e segurança do trabalho, o monitoramento constante dos riscos ambientais é uma prescrição obrigatória das Normas Regulamentadoras – NRs – conforme indicação do Ministério do Trabalho. 

Para saber quando executar as medições ambientais é necessário que exista um plano de controle dos riscos ambientais no ambiente de trabalho e que esteja em plena ação no dia a dia da empresa, permitindo sua operação dentro das determinações da CLT  e das NRs. 

Os riscos ambientais aos quais os trabalhadores estão sujeitos devem ser mantidos sob controle para preservar a integridade física e mental de todos, bem como prevenir acidentes e doenças provenientes desses agentes. Além disso, um ambiente cujos riscos ambientais são constantemente monitorados, promovem maior segurança e produtividade. 

A função das medições ambientais é reconhecer e corrigir os riscos aos quais os empregados estão expostos no trabalho, podendo ser eles agentes diretos ou indiretos, bem como a forma como eles podem afetar a saúde e a integridade dos trabalhadores. 

São classificados como agentes de risco ambiental: os agentes biológicos, físicos e químicos, ruídos e vibrações constantes, gases, vapores e líquidos, iluminação e ventilação, ambiente fechados ou não, riscos de acidentes, explosivos e inflamáveis, operações com maquinário,  variação de temperatura,  Operações de máquinas. 

A partir das medições ambientais, as empresas devem traçar planos para diminuir ou eliminar os riscos ambientais por meio de tecnologias de proteção individual e coletiva, e uso constante dos EPIs. 

Todos os meios corretos para sanar os riscos ambientais estão presentes nas NRs, inclusive com a descrição dos equipamentos que devem ser ofertados para promover a proteção dos trabalhadores contra cada tipo de risco presente no ambiente ocupacional. 

Se sua empresa não realizou as medições ambientais, fale com a Premier Saúde Ocupacional. 

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Como são as palestras e treinamentos ocupacionais?

treinamentos ocupacionais

Os profissionais mais valorizados pelo mercado são aqueles que buscam constante treinamento para melhorar o desempenho no trabalho. De igual modo, as empresas mais bem vistas no mercado são aquelas que se preocupam e oferecem treinamentos funcionais e palestras para seus funcionários visando à melhoria de sua equipe e o aumento da boa qualidade do trabalho. 

Suporte para sua empresa e equipe com treinamentos ocupacionais

Empresas que se preocupam com treinamentos funcionais sabem que é necessário manter os conhecimentos atualizados a fim de manter um ambiente ocupacional saudável e seguro para todos. 

Essa segurança só pode ser mantida quando existem políticas internas de incentivo aos treinamentos funcionais e palestras com temáticas voltadas à saúde ocupacional e à segurança do trabalho. 

Treinamentos funcionais são indispensáveis, por exemplo, para a CIPA – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – pois o intuito é a constante prevenção à acidentes e doenças ocupacionais, para isso, palestras e capacitação para conscientização e mais segurança dos trabalhadores devem ser constantemente aplicados pelas empresas que têm CIPA.  

Outro fator importante é a SIPAT: A Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho que também preza pela prevenção aos acidentes de trabalho e doenças provenientes da função profissional, lembrando que a realização da SIPAT é anual e obrigatória. 

Treinamentos funcionais para ergonomia são essenciais para permitir aos trabalhadores conhecimentos para o cuidado com a ergonomia individual e coletiva para que todos tenham habilidades para reconhecer e corrigir riscos ergonômicos no dia a dia do trabalho, evitando, assim, acidentes de trabalho e doenças ocupacionais. 

Se sua empresa precisa de treinamentos funcionais e palestras para promoção da saúde ocupacional e segurança do trabalho, fale com a Premier Saúde Ocupacional, temos uma equipe altamente qualificada para lhe atender na sede de sua empresa e proporcionar o treinamento correto que sua equipe precisa. 

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Como ter uma alimentação saudável em 2022?

alimentação saudável em 2022

O início de um novo ano é excelente para planejarmos o que queremos conquistar, realinhar nossos planos e realizar algumas mudanças de vida. 

Geralmente nessa lista, alguns temas são bem recorrentes como: iniciar um curso, mudar de emprego, ter uma alimentação saudável. 

Se você ainda não fez sua listinha de alvos para o próximo ano, inclua uma alimentação saudável em 2022 no seu planejamento. 

A ideia é você se cuidar para os anos seguintes e ter uma vida melhor. 

Alimentação saudável =Escolhas para o futuro

Quando falamos em alimentação saudável em 2022, não estamos sugerindo uma mudança de hábitos para apenas um ano, mas para toda a sua vida. 

Alimentação saudável em 2022 deve ser uma meta para os anos seguintes, um modo de você cuidar de sua saúde e garantir uma vida mais plena durante a velhice, por exemplo. 

Diversas doenças estão relacionadas à nossa alimentação e podem ser evitadas se você fizer as escolhas corretas para a sua vida daqui para frente. 

Reduzindo o consumo de alimentos processados, gordurosos por uma alimentação saudável em 2022 e, de preferência, acompanhada de prática regular de atividades físicas. 

Invista na ingestão de frutas, legumes, hortaliças e oleaginosas. Elas são fontes de nutrientes para todo o seu organismo e ajudam a prevenir doenças e melhorar a sua imunidade. 

Alimentação saudável não é uma preocupação com a estética, na verdade, ela é uma necessidade básica para manter a saúde do nosso corpo durante a nossa vida. 

Se você não se alimenta corretamente, afeta suas condições de saúde física e mental. 

Então faça uma seleção criteriosa com aquilo que você se alimenta. Uma dieta saudável também é uma economia, pois alimentos naturais são mais baratos e evitam que você fique doente. 

Comece 2022 com planejamento para toda a sua vida, invista em sua saúde e em seu bem-estar e garanta anos e anos de saúde e longevidade. 

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